Billie Jean, a Nega Maluca

Aqui estão os culpados por este post

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Simpatia para curar Tosse:

“Se uma criança tosse, traga uma vizinha nascida em Janeiro e em estado interessante para acudir o doente depois da meia-noite. Ela deve repetir várias vezes: “Tosse violenta, tosse sem fim, vai-te arrebenta, lá nos confins”

Deixa eu ver… Acho o Amapá um estado bem interessante, então é só achar uma nascida lá, que tenha se mudado pro Butantã, que seja de Janeiro, que não ache estranho ser convidada pra vir ao meu apê depois da meia-noite, e que esteja disposta a repetir qualquer papagaiada que se lhe peça. Bico!

A sério… há alguns sites que vc pode consultar sobre tosse. Um dos mais legais que encontrei foi o do Creasaúde, com contribuições do Brasil e de Portugal, o site tem um selo de informação verificada pelo HON (Health on the Net Foundation) . E o site do Dráusio Varella.

Mas eu diria que eles têm razão quando dizem “beba bastante água”. Isso pode fazer diferença entre a tosse seca (chamada improdutiva) e a tosse produtiva (que é assim catártica, digamos: você põe o problema pra fora). Beba água: não tem contra-indicações (e se não começar a expectorar, procure o médico: pode ser vírus, câncer, problema do estômago…)

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O coração feminino bate mais devagar

Impressionante o que se descobre a partir de uma simples tosse ingênua.

Não se diz que o diabo está nos detalhes? Há uma lírica nos detalhes…

Então começei da tosse seca de fumante. Passei na farmacinha de bairro e troquei uma idéia com aqueles conhecidos. Tava parecendo o início daquela tosse que vai ser o cão chupando limão. Além das mentas, mel, agrião e chá, resolvi escolher um charope que não fosse natureba.
Indicação: xarope contendo cloridato de clobutinol e succinato de doxilamina.

Parênteses: depois de anos longe do curso de biologia ainda tenho resquícios dessa de-formação que se impôs sobre meu caráter. Bateu a re-caída. O Biólogo é um garoto que chegou ingênuo, por amar a natureza num curso chamado Biologia, que lhe ensina que amor é coisa de boiola e que é coisa de criança ingênua -- o legal, o inteligente, não-emocional, não-ingênuo, ou seja, adulto, é odiá-la. ODEIE A NATUREZA.

Tá bom. Concedo. Parece exagero, então vamos a mais digressões, me afastando da história da tosse.

O ingênuo amante da natureza passa por um processo de socialização -- o que significa dizer, um processo de insercão num grupo, o que inclui tanto passar por certos rituais quanto deixar de lado certos valores prévios e absorver valores do grupo onde está sendo iniciado. Odiar a natureza é um desses valores.

E como se passa do amor ao ódio? Se você já quis deixar de amar alguém, e foi duro consigo mesmo, você decerto submeteu o outro (que já não é mais ser amado desde o momento que você resolve liquida-lo simbolicamente) aos seguintes processos:

  • um isolamento simbólico completo (ele nada tem a ver com você)
  • sujeição do outro, sua transformação em objeto de experimentos
  • sua redução a uma série de equações causa-efeito (passa a pensá-lo como previsível, manipulável, dado estímulo x, você tem o resultado y)
  • como você não conhecia estas 3 “verdades” acima, antes, crê que estava sobre o domínio de uma força que desconhecia, agora você tem os olhos bem abertos e será você que dominará sobre estas forças (e se vingará pelo período em que esteve sob o feitiço do outro)

É similar com a forma como o Biólogo passa da admiração, fascinação, ao controle e ódio. “Natureza” passa a ser objeto de ser picada, centrifugada, extirpada de seu contexto e examinada nos seus contituintes mais simples. Se bem socializado, o Biólogo é aquele que não passa nem perto de ter pena do ratinho sacrificado, do inseto rasgado vivo ao meio para extirpar-lhe o intestino médio. Uma vez eu cheguei ao cúmulo da eficiência, que foi, ao invés de arrancar a primeira porção do torso do inseto com o primeiro par de patinhas que jogados no lixo ficava horas se mexendo, e só depois arrancar o abdomem onde estava o intestino, arranquei só o abdomem pra tirar de vez o intestino e criei um monstro que passeava sem abdomem pelo laboratório por mais que uma hora. Ah, sim, o biólogo cronometra o evento. Para ele o inseto não sofre.

Impressiona a maneira como eu, bem treinada em biologia, era capaz de deixar de amar rapidamente outros seres humanos. Me apaixonar, me frustrar, tornar o outro objeto, manipular, jogar fora, era técnica aprendida. Até o momento em que me dei conta: não era essa a pessoa que eu queria ser. Essa era a pessoa que me diziam para ser. Foi o momento em que decidi amar até o fim. Decidi que so assim, qual a sereia de Cristian Andersen, ganharia uma alma.

Acerca do tipo de personalidade que é dura consigo mesma, é totalitária. Hitler se tornou o herói da multidão por ser duro consigo mesmo -- se ele mesmo se sujeitava inteiramente à sua própria autoridade, ao Triunfo da sua Vontade, então a nação devia segui-lo como exemplo do que o ser humano alcança pelo controle.

Os alunos de Bio frequentemente competem pra ver quem tem mais controle -- seja sobre o nojo, sobre o asco, sobre o metabolismo, a capacidade de matar bichos sem piscar, dar injeções em pintinhos, matar o sapo com punção no cerebelo… se você consegue fazer isso, vira modelo -- isso é status no grupo, pela demonstração de controle sobre a sua própria natureza, assim como sobre a outra natureza, totalmente separada de si.

A tal da Tosse

Mas de repente a recaída. Do controle calculado sobre a minha própria natureza: sobre o meu corpo. O succinato de doxilamina causa sonolência, então não posso tomar e sair de moto. Mas é sexta-feira e estou voltando pra casa pra ficar de molho no fim de semana. Cloridato de clobutinol causa taquicardia. Legal, pensei, se o ritmo cardíaco acelera, ajuda a circulação levar defesas e limpar toxinas.

Isso eu li antes de comprar.  Pago 15 pau, vambora pra casa.

Chegando, fiz aquilo que todo gripado deve fazer: caldo quente, banho, pijamão, e cama.

Levo junto as mentas, méus, e o xarope. Começo a ler bula. Bla blá, aquilo que eu já tinha lido no Reference book da farmácia, agora a dúvida: mulheres grávidas não devem… mulheres amamentando não devem… (esquisito), mas não parecia nada que tivesse o efeito de interromper gestação, fiquei curiosa e googlei informações.

Descobri que o componente cloridato de clobutinol havia sido retirado de circulação mundialmente… não é a primeira vez que me deparo com remédios, com essa mercadoria cheia de valor agregado, fruto de investimentos maciços, e quando não se pode realizar o lucro dessa mercadoria nos mercados de primeira linha, onde elas vêm parar? No 3o mundo.

Algo semelhante acontece com o paracetamol -- Chá pra gripe, remédio pra gripe, pra dor de cabeça… tá cheio de produto com isso. Paracetamol pode causar Falência Aguda do Fígado. Tradução: se você for sorteado, … se você tomar isso e for sorteado, diga adeus de vez ao seu fígado, como se ele fosse um bichinho de estimação atropelado por um Scânia a 180 Km/h bem na sua frente.

É claro que isso acontece com uma porcentagem mínima da população.

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Eu amo essa mulher

Só depois da Marlene Dietrich, está a Ute Lemper no meu panteão de Deusas. Se você não conhece, nem sei o que dizer.

Ah, porra, a Ute merece uma pagina inteira de vídeos.

Vale a pena conhecer também quem é Kurt Weill, tudo de bom.

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Tucanos são pássaros migratórios

Vale a pena Ver, principalmente o terço final, que são trechos pérola da sentença. It’s a must!

Valter Alexandre Mena é o nome do juiz que desceu o cacete na administração Serra na liminar contra a lei anti-fumo do pobre. Dá pena do bichinho… é anti-cológico maltratar assim os animais.

Cenas dos próximos capítulos. Quais serão?

Serra deverá procurar a proteção do Ibama

Serra pensará em mudar o nome para Erra. Antes o projeto era mudar pra Ferra, mas talvez fique Zé FacasGuinsu, com o qual ele passará desapercebido no Seilão.

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USP – Cultura e Greve

Há uma série de eventos – teatro, palestras, grupos de trabalho, música, etc, que acontecerão na USP nesta semana, a partir desta quinta (25), inclusive o batizado que será feito pelos trabalhadores, estudantes e professores e quem mais tiver um pingo que reste de autoridade cidadã e quizer batizar conosco, a rua da Reitoria, que pela autoridade por nós conquistada passará a se chamar “Rua da Universidade Livre”

confira!

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Mais sobre a greve na USP

Ouvi dos alunos que a USP estava elaborando seu projeto de ensino à distância quando vem o Moto-Serra e para tudo -- táca-lhe UNIVESP na cabeça. Só falta fazer um contrato com a Abril pra mandar Veja agora pros alunos do curso à distância e fazer bom uso do dinheiro público, como é de prache.

O Prof. Gil -- veja no 2o vídeo -- é defensor da UNIVESP e prof do Instituto de Física (leia abaixo)

Saudosa Malocaaa

Maloca queridaaa

dindindondi nóis passemo

dias felis de nossas vidaaa

O Instituto de Física vem sendo um dos mais truculentos nos últimos anos. Dizem que foi o diretor do IF quem falou em chamar a polícia contra a ocupação da Reitoria em 2007 (leia sobre ela aqui, a partir do 8o parágrafo)

O Instituto de Física fecha a porta de suas salas de aula aos seus próprios alunos. Como professora particular de inglês é comum que eu seja chamadaa a dar aulas nas unidades. Alunos de pós se dão mui bem, tem acesso a salas. Em muitos locais você como aluno apenas, pode ocupar qualquer sala que esteja vazia. No instituto de física as salas estão à venda. Estão fechadas, pois para abrí-las é preciso pagar. Eu tenho amizade com os porteiros em todas unidades que visito, pelo simples fato de que como fumante demoro uns 5 a 10 minutos fumando fora da sala, então bato papo, outro motivo é que sou socióloga e não dá pra ser socióloga com medo de gente. Conversar com os meninos (sempre chamo eles assim) me ajuda a perceber melhor o que pensa essa classe de gente posta a servir a classe média, e que para ela é invisível. Então sempre converso c´a faxineira, c’ o porteiro, c’o homi que serve café. São visões de mundo, verdadeiros universos, aprendo muito com todos eles e às vezes também opino (sai pra lá com essa idéia de iluminado que ensina pra onde tá a luz pra classe blue-collar, se você deixa de ser surdo vai se maravilhar com o quanto eles tem consciência -- uma consciência gravada a ferro e fogo nas suas carnes)

Um dos meninos disse: não precisa se apurrinhar, se eu estiver aqui, eu abro a sala pra você. Eu penso: deus me livre, além da possibilidade de sermos saídos a pontapé que nem cães sarnentos, ainda vai ficar na minha consciência o que quer que a truculência desta administração faça com esse aí. Eu tava mesmo aperreada: tinha resolvido dispensar uma aluna sem problemas de umahora-e-meia por esses dois coitados alunos do IF -- de umahora -- que trabalham o dia todo, fazem o curso à noite e estavam tentando dar conta de uma demanda que a própria carreira acadêmica faz a eles: que saibam inglês é si ne qua non para no futuro ingressarem no mestrado, e eles precisavam, pois são básico básico, nem provinha de tradução eles teriam condição de enfrentar, quanto mais o TOEFL pedido pelo IF). Bom, eu estava nuns nervos, pois tinha mandado os alunos conversar com o zelador, como é normal em outras unidades: só pra ver em que sala nós atrapalhamos menos, e eles, coitados, tiveram que dar conta de chegar mais cedo do trabalho e levaram a porta na cara com muita rudeza. Me sentia culpada. Estava deprimida, mas disse: não, eu vou ver até onde isso vai (sabia que ia ser tratada com tudo requinte de crueldade).

O zelador não dispensou nenhum requinte, faltou só mijar na minha cabeça e cuspir na minha cara. Mesmo assim, insisti, pois sei que ele é só o capataz, queria chegar pelo menos no capataz acima dele. Me mandou falar com a secretária do diretor. Fui lá. Encontrei a perua de sempre, com a crueldade de capataz mais poderoso que é típica (é muito interessante notar com que goso esse capataz te põe no seu lugar, fica estampado na cara). Precisa pagar o uso da sala, pois se você é empresa de línguas, precisa pagar, que a sala é do instituto (é interessante a forma como o discurso de direita perverte a questão do uso da coisa pública). Não sou empresa, vendo a minha força de trabalho. O sistema do instituto pede que ao completarem o curso seus alunos já saibam inglês, e são alunos do instituto. Eles não tem direito ao uso de salas nem para grupos de estudo? Ela diz com goso na cara pintada de blush: Não. É possível mandarem um pedido ao diretor? Primeiro ela disse Não, e depois que insisti que pelo menos eles tem o direito de fazer um pedido formal ela me diz: Tá, pode mandar, mas não vai adiantar. Onde está o formulário (como aluna de outros institutos sei que ele existe, como mecanismo burocrático). Não tem, faça de próprio punho, mas não vai dar em nada.

Conheci outrora um outro tipo de Instituto de Física -- ele deve ter ocorrido em outra dimensão. Parece uma coisa Sci-Fi, comparado a este. Naquele instituto, os alunos desenvolviam atividades culturais, saraus, recitais de música erudita, uma vez fui a um recital de cítara, palestras de extenção, onde aprendi sobre as ligações entre a entropia e a vida, a validade dos modelos matemáticos, a física ligada à onda sonora, música e o universo, … cara, a minha ligação com aquele instituto de física era emocional. Já tinha notado que o instituto de física dos dias de hoje está culturalmente morto, agora sabia o porquê. Aliás, tava levando o porquê na cara.

O Instituto de Física vê o aluno como um baderneiro a ser controlado. Como motoqueira pude perceber. Havia no corredor aberto, em frente ao bandejão, um espaço ótimo pra parar motos -- não atrapalhava o estacionamento nas vagas dos carros, e não atrapalhava a circulação dos alunos. Um dia o espaço ganhou uns vasos enormes. Desconfiei: eles não querem as motos aqui. Passei a parar no estacionamento, onde era sempre acossada pelo gualda (tenho pena dele, pois é pau mandado) que não era pra parar entre os carros. De acordo com quem? eu pergunto uma das vezes. Ele aponta rumo à secretaria do instituto e começa a se explicar como pode, sem citar nomes (olha o terror no funcionário terceirizado). Eu digo: só vou tirar um xerox e tiro a moto daqui, ok? Ok.

Passo pelo corredor e noto que algumas motos, sem ter onde parar, estacionaram como podiam, junto à parede do bandejão. Dias depois volto pra tirar mais xerox, e noto que a guia rebaixada pra DEFICIENTES foi levantada. Penso: “Puta Que PAriu”. Algumas motos ainda estão no cantinho da parede do bandejão. Passam-se uns dias: aparece um cavalete com um aviso: “Favor não parar motos aqui”. Nenhuma moto. Provando que era desnecessário os vasos e levantar a guia contra os deficientes, pois os alunos não são um bando de vândalos, só não querem atrapalhar o estacionamento de carros, nem ser acossados pelo coitado do vigia.

Comecei a estacionar entre os carros, que é meu lugar. Veio o vigia acossar e respondi: Desculpa, mano. Eu sei que (apontei na direção da secretaria) foram eles que mandaram, mas é o seguinte: eu pago impostos pra andar de moto, e o código de trânsito diz que é assim que eu devo e tenho o direito de estacionar. Quer pegar o número do meu celular? Você dá o número pra eles (aponto pra secreta-ria) e eu explico isso para eles. Ele disse: Não precisa não. Eu mesmo falo. Tem certeza? Tenho. Pode ir. (acho que até ele tava co saco torrado com essa história).

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O Comentário Excluído

Fez bem, a MariaFrô, em excluir o comentário, pois ia dar um pau do cão. Como tenho certeza que a pessoa não vai chegar no Algodão (deusmelivre), mas acho interessante, publico eu aqui.

There is a new comment on the post "Não há justificativa para a barbárie ocorrida ontem na USP".
http://mariafro.wordpress.com/2009/06/10/nao-ha-justificativa-para-a-barbarie-ocorrida-ontem-na-usp/

Author: Hahaha!
Comment:
Vermelhinha ignorante, quem q levou gas mostarda?? Hahauhauahua
Cuidado com os napalm, hein!! XD

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http://mariafro.wordpress.com/2009/06/10/nao-ha-justificativa-para-a-barbarie-ocorrida-ontem-na-usp/#comments

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the Bubble

Assista o filme the Bubble (a Bolha?) e veja os vídeos dos Shiministim e leia todos os Posts sobre a Palestina que encontrar no Biscoito Fino.

Leia o Post de Maurício sobre o Perú.

Assista o vídeo “Os Sem Terrinha” no Dialógico.

Ouça Börk cantar “Declare Independence” na China sob o Contexto de um Tibet esmagado. E veja os vídeos dos Chineses revoltados com ela.

Veja os vídeos dos alunos da USP (post abaixo dá links) e procure os da Globo pelo Youtube e pense nas diferenças e na Bolha.

Dê uma Googlada sobre a África -- são tantas coisas que é impossível indicar uma só. A África funciona bem como contra-exemplo do que nos tornamos quando as divisões são muito mais importantes do que nos une. Pense nisso.

Se você acha que a Azeredo é a coisa mais importante do mundo, por que não olhar pro lado? Procure saber sobre as lutas das rádios comunitárias esmagadas pela Anatel e por um estado alinhado aos interesses da grande mídia, alinhada ao PSDB-DEMO.

Em suma, saia dessa bolha, e veja o mundo com outros olhos. Faça uso do que Mills chamou de “imaginação sociológica”: se ponha na pele dos outros, pense, ache na sua vida exemplos similares que possibilitem uma comparação mais humana, exercite suas sinapses sociológicas -- todos as temos.

Viva. Em uma vida só a vida de uns bilhões de seres humanos na face da terra atual e do passado. Leia tudo o que caair na suas mãos sobre história, antropologia, literatura, geografia humana, blogue. Siga os hiperlinks como se disso dependesse a sua vida, pois ela depende.

Acerca da imaginação sociológica, encontrei no Imaginação Sociológica um link bom pra cacete.

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Tá muito bom…

eu vou ter que compartilhar. O prof. Hariovaldo dá um show, demonstra que sabe mais que o manual de redação da folha, do estadão, da globo e da abril juntos…

leia Debelado Foco Guerrilheiro na USP

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