Há tempos venho considerando esta questão da apocripatifaria (é assim que se diz?). Como socióloga acho que devo dar o braço a torcer para qualquer um que diga que tendo a complicar as coisas. Cheguei a um têrmo neste momento e vou “sair do armário” antes que eu mesma mude de idéia (às vezes é melhor agir no impulso, às vezes é pior… como se diz: “o futuro a deus pertence”, repito apesar de ser atéia)
Então tá: só pra não ser apócrifa:
Flavia de Paiva Brites Martins
mãe: brasileira
pai: vindo do Campo de Víboras aos 5
RG: 23.019.957-4
CPF: esse eu não dou
se quizer ler mais bobeira clique abaixo:
associações: não associada até o momento presente (o futuro a deus pertence) a nenhum partido ou ONG (não que eu ache isso ruim)
(de)Formação:
Biologia USP incompleto – com paradas estratégicas por assuntos de família – de 1992 a 1995
Sociologia USP – de 1996 até esqueci quando, mas me formei (ufa)
Atividades Subversivas prévias:
CABIO – 1994
Centro Acadêmico da Sociais – acho que em 1997. Foi uma bosta, o

ah, tá bom, vai: eu com pijama na cama sem gorrinho (o que é anormal)
contexto entre os estudantes era o que eu chamo de “presidenciáveis” (no geral as atitudes dos estudantes de sociais era carreirística, e o que faz um “grande líder” sozinho? Pôrra nenhuma)
que mais…
projetos acadêmicos (ou nem tanto)
- projeto genoma – trabalhei com DNA mitocondrial – sem bolsa – com Francisco Gorgônio da Nóbrega (Gogó para os conhecidos), creio que em 1992.
- laboratório de bioquímica – prof. Francisco Terra. Ele administra de casa, o poder do lab está dividido entre os pós graduandos segundo o seu ranking (doutorado e mestrado) e uma secretária (será que ja se aposentou) com direitos de uso capião, num departamento em que laboratório está contra laboratório, todos pisam nos outros e os poobre iniciação-científica como eu duram pouco.
- Depto. de Botânica (cê vê que eu tentei) com Jane Elizabeth Kraus, dois projetos: 1. criação de um atals de botânica – que só existia importado e caríssimo – brasileiro. O projeto virou um Atlas Online (quando procurei a prof. com a idéia não tinha essa coisa de internet userfriendly – um gênio quem teve essa idéia – pois agora está à disposição de todos) do qual só me orgulho, apesar do meu nome não ser citado (que importa isso? acho bobagem, além disso, já estou em outras faz tempo).
2. O segundo projeto era de estudo de galhas em Eugênia lívida. (what? say it again? – don’t bother…)
- na sociologia – participação temporária num projeto de memórias sobre Asis Simão Sader (não fui a frente, mas aprendi um pouco)
- comoo bolsista, com Francisco de Oliveira – pesquisa sobre as privatizações na grã bretanha – projeto vinculado à pesquisas sobre privatizações no Brasil. (aprendi muito com o prof. Chico, apesar de não ter posto nada em uso imediatamente… são coisas que ficam pra vida…)
- tentativa de desenvolvimento de um projeto sobre ideologia biologica (genética e a formação de sensos comuns e políticos) que bateu com a cara na parede, pois ninguém trabalha com isso e eu tinha que ir pra Dublin, só que tenho paúra de estar longe de mamãe (é sério, não que eu seja apegada, mas e no evento de fuder geral, eu bato na porta de quem?)
Vida pessoal
casei (com algém que não existe – pode procurar – deste só existe este: ele também escreve blog), contas a pagar, sou professora de inglês. Não que sempre tenha sido fácil, mas hoje em dia tenho mais gente me procurando que horarios a oferecer (e claro que não ofereço todos, pois como fica o meu tempo pra fazer o que não dá dinheiro, mas que para a minha sanidade mental – que está sempre à perigo – é saudável?)
pronto. Acho que disse tudo. Que fique registrada a bobeira.
Elucubrações que viraram razões para eu não apostar na fama do meu nome de princesa:
veja neste post
continua no Imaginação Sociológica
continua em tantas outrs vias que é impossível citar todas, portanto desisto desta grande empreitada.
Bases para entender o que vai na confusão da cabeça de um sociólogo qualquer: How to think like a sociologist – acho que a autora resume bem o imbróglio.

