Billie Jean, a Nega Maluca
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#1 por Flavia - 12 de julho de 2009 às 15:04
Sempre o Luis R., meu amigo, e cara observador pra caramba, foi ele quem, há muito tempo (mas não tanto quanto quando eu ouvia o álbum, na adolescência) me fez voltar a prestar atenção à Billie Jean. Uma pena que esse cara não é blogueiro.
#2 por Eduardo Prado - 11 de julho de 2009 às 17:42
Aproveito o “quase” palavrão do Maurício. Caramba!
O segundo clip casou direitinho a coreografia de Michael com o Samba Nega Maluca. Nunca prestei atenção a letra de Billie Jean _ como aliás, confesso, nunca prestei atenção a nenhuma letra cantada por Michael Jackson. Tô fazendo isso agora, com mais de vinte anos de atraso _, mas tem muito a ver com a letra do samba.
#3 por Flavia - 11 de julho de 2009 às 9:58
Sim, Mau – mas acho que não foi o Caetano… cê viu o 2o vídeo? Tava procurando a versão que eu ouvia na rádio dessa música mesmo que vc falou e encontrei o 2o video. A pessoa que fez esse 2o vídeo, alem de entender muito mais de samba que eu (segundo ele(a) Nega Maluca foi gravada por Linda Batista, em 1949), entende muito de musica (se bem que não de tradução, mas é perdoavel).
Por que ele(a) colocou a batida de Michael dançando Billie Jean, casando com a batida do samba. O Paulo, que estuda letras, ficou maravilado e disse: “mas não é que o filho-da-mãe do meu professor tem razão?” pois ele tem um professor (Prof. Zular – Literatura Comparada) que diz que todas as músicas que conhecemos são 4 por 4.
#4 por Mauricio - 11 de julho de 2009 às 13:15
Flavia,
Depende da época em que a pessoa fez o 2o. vídeo. A gravação do Caetano misturando as 2 músicas é de 1986.
#5 por Flavia - 12 de julho de 2009 às 15:00
A pessoa deve ter feito o vídeo recentemente mesmo, mas el@ diz que o áudio é de 1946. Parece ser mesmo, levando em conta a formação da orquestra, a forma de tocar, a composição com metais e a pronúncia da Linda Batista, que é do tipo de pronúncia antiguinha mesmo, com sons de “r”, “t” e “d” característico da geração dos nossos avós.
#6 por Mauricio - 11 de julho de 2009 às 6:00
Com o perdão pelo quase-palavrão, que letra do CARamba!!!!
É o correspondente norteamericano ao samba de malandro brasileiro – como Caetano sacou tão bem ao introduzi-la com a música “Nega Maluca”, de Evaldo Ruy e Fernando Lobo, cuja letra diz: “Tava jogando sinuca/uma nega maluca me apareceu/vinha com um filho no colo e dizia pro povo que o filho era meu”).
#7 por Flavia - 10 de julho de 2009 às 12:42
She was more like a beauty queen
from a movie scene
I said don’t mind, but what do you mean
I am the one
Who will dance on the floor in the round
She said I am the one,
who will dance on the floor in the round
She told me her name was Billie Jean,
as she caused a scene
Then every head turned with eyes that dreamed of being the one
Who will dance on the floor in the round
People always told me be careful of what you do
And don’t go around breaking young girls’ hearts
And mother always told me
be careful of who you love
And be careful of what you do
’cause the lie becomes the truth
Billie Jean is not my lover
She’s just a girl who claims that I am the one
But the kid is not my son
She says I am the one, but the kid is not my son
For forty days and for forty nights
Law was on her side
But who can stand when she’s in demand
Her schemes and plans
‘Cause we danced on the floor in the round
So take my strong advice,
just remember to always think twice
(Do think twice)
She told my baby we’d danced till three,
then she looked at me
Then showed a photo my baby cried
his eyes were like mine (oh, no!)
‘Cause we danced on the floor in the round, baby
People always told me be careful of what you do
And don’t go around breaking young girls’ hearts
She came and stood right by me
Then the smell of sweet perfume
This happened much too soon
She called me to her room
Billie Jean is not my lover
She’s just a girl who claims that I am the one
But the kid is not my son
_____________
Nota de tradução: no contexto, a frase “She says I am the one, but the kid is not my son” pode ser melhor traduzida para “Ela diz que eu sou o pai, mas o filho não é meu” (ks, ks…)