Assista o filme the Bubble (a Bolha?) e veja os vídeos dos Shiministim e leia todos os Posts sobre a Palestina que encontrar no Biscoito Fino.
Leia o Post de Maurício sobre o Perú.
Assista o vídeo “Os Sem Terrinha” no Dialógico.
Ouça Börk cantar “Declare Independence” na China sob o Contexto de um Tibet esmagado. E veja os vídeos dos Chineses revoltados com ela.
Veja os vídeos dos alunos da USP (post abaixo dá links) e procure os da Globo pelo Youtube e pense nas diferenças e na Bolha.
Dê uma Googlada sobre a África -- são tantas coisas que é impossível indicar uma só. A África funciona bem como contra-exemplo do que nos tornamos quando as divisões são muito mais importantes do que nos une. Pense nisso.
Se você acha que a Azeredo é a coisa mais importante do mundo, por que não olhar pro lado? Procure saber sobre as lutas das rádios comunitárias esmagadas pela Anatel e por um estado alinhado aos interesses da grande mídia, alinhada ao PSDB-DEMO.
Em suma, saia dessa bolha, e veja o mundo com outros olhos. Faça uso do que Mills chamou de “imaginação sociológica”: se ponha na pele dos outros, pense, ache na sua vida exemplos similares que possibilitem uma comparação mais humana, exercite suas sinapses sociológicas -- todos as temos.
Viva. Em uma vida só a vida de uns bilhões de seres humanos na face da terra atual e do passado. Leia tudo o que caair na suas mãos sobre história, antropologia, literatura, geografia humana, blogue. Siga os hiperlinks como se disso dependesse a sua vida, pois ela depende.
Acerca da imaginação sociológica, encontrei no Imaginação Sociológica um link bom pra cacete.

